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#Preconceitos Sociais

Sex Shop e os preconceitos sociais

Os preconceitos sociais são muitos e variam do lojista até o consumidor. Evite os estereótipos eróticos e quebre os paradigmas para maximizar as vendas

 

Quem trabalha com produtos eróticos sabe que existe uma dificuldade natural: o preconceito social. Com isso, as vendas de um Sex Shop caem, a abordagem com o cliente torna-se mais difícil, e até mesmo a utilização de um produto erótico, que poderia ser muito boa, é comprometida. Em outras palavras, significa que o preconceito social sobre o sexo limita, e muito, a liberdade das pessoas quanto à utilização de produtos eróticos. E se você trabalha nesse ramo, deve saber como driblar e lidar com esses preconceitos.

Primeiramente, é importante entender que o preconceito pode começar por parte do próprio lojista, por isso é bom ficar atento a isso. Neste artigo, a Milli vai te mostrar quais são as principais formas de preconceito no mundo erótico, como driblar esses problemas, deixar o cliente cada vez mais confortável e maximizar as vendas em sua loja – tudo isso de forma humanitária, colocando a necessidade do cliente em primeiro lugar, sem pré-julgamentos. Acompanhe.

  1. O preconceito do lojista
  2. O preconceito com a mulher no mundo erótico
  3. Estereótipos e paradigmas do mundo erótico

1. O preconceito do lojista

Alguns lojistas, ou pessoas que vendem produtos eróticos nas ruas, adotam uma postura que só reforça os preconceitos e prejudica as vendas. Por exemplo, não é porque você vende produtos eróticos que deve se vestir de forma mais ousada.  Se você já costuma se vestir de maneira mais ousada, com decotes, espartilhos, corselets etc., tudo bem. Mas não force isso só para passar uma imagem que tenha a ver com o seu produto.

Pelo contrário, aja naturalmente. Vender mercadorias eróticas é como vender qualquer outro tipo de produto. Se você colocar na cabeça que está vendendo algo diferente, mais delicado - e, por isso, precisa se comportar de maneira diferente -, tenha certeza que só fará com que os preconceitos aumentem.

Sexo é normal e natural. Vender produtos eróticos é como vender queijo, geladeira ou produtos para maquiagem, não faça distinção, seja você, seja um bom vendedor e não alimente preconceitos.

Para ter uma ideia, se começar a agir de maneira diferente, isto é, com roupas e linguajar mais ousados, de maneira antinatural, fará com que as pessoas criem um estereótipo sobre vendedores de produtos eróticos, logo, até os produtos se tornarão parte desse estereótipo, como explicaremos mais adiante.

O ponto é: agir de forma antinatural só para vender só aumenta os preconceitos que circundam o mundo das mercadorias eróticas. Evite agir dessa maneira. Isso faz com que frases como “Nossa, trabalha vendendo vibradores? Safadinho, hein” ou “Trabalha num Sex Shop? Você gosta, né?” sejam cada vez mais frequentes. Muitos vendedores não percebem, mas esses preconceitos são reforçados, muitas vezes, pelos próprios lojistas.

2. O preconceito com a mulher no mundo erótico

Se o preconceito já existe no lojista, imagina então em outros segmentos sociais, como no consumidor, por exemplo? E, acredite, a mulher ainda é a que mais sofre com isso, apesar de ser a que mais frequenta Sex Shops. É justamente por esse motivo que o lojista deve ter a habilidade de “blindar” a mulher nesse momento.

Não tem jeito, embora tenhamos evoluído como sociedade, são poucas mulheres que se sentem à vontade para entrar num Sex Shop e comprar um vibrador, ou um facilitador anal, por exemplo. A própria mulher se sente envergonhada – fruto de um preconceito que não deveria existir.

Em detrimento desse problema, é que as vendas online de produtos eróticos têm crescido absurdamente. Muitas mulheres se sentem mais seguras e, pior, anônimas comprando online. O mesmo também acontece com muitos homossexuais. Homens héteros também passam por esse preconceito, mas são a grande minoria.

Fato é: existe um tabu sobre o sexo, que diz que o sexo é um ato estritamente reservado, particular. Qualquer exposição, por mínima que seja, já é o suficiente para ativar preconceitos sociais. Todo lojista que trabalha com o mundo erótico sabe disso. Contudo, as mulheres ainda sofrem um preconceito a mais, pois vivemos numa sociedade com costumes machistas. Não é segredo que a promiscuidade é menos repudiada, socialmente, quando praticada pelo homem. Então...

O que fazer?

Se você vende produtos eróticos, viverá uma constante batalha contra estereótipos e paradigmas sociais. Precisará lutar contra esses preconceitos, literalmente abraçar a causa da igualdade. Assim, com certeza, terá muito mais facilidade em concluir suas vendas, seja de porta em porta, seja em sua loja, ou através de divulgações em seu site e em mídias sociais (Facebook, Instagram  e Twitter).

A Milli vai te mostrar como combater os estereótipos e os paradigmas sociais que circundam o mundo erótico, veja.

3. Estereótipos e paradigmas do mundo erótico

Para combater os estereótipos e paradigmas que envolvem a venda e consumo de produtos eróticos, é importante entender o conceito de “estereótipo” e “paradigma”.

Estereótipo

É todo tipo de pensamento automático, ou seja, que vem diretamente a nossa cabeça sem pensarmos se são, ou não, verdadeiros. Em outras palavras, é o próprio preconceito. Normalmente, são frases prontas. Ex: “Loira é burra”, “Asiático é inteligente”, “Para investir tem que ser rico”, “Lugar de mulher é na cozinha”, entre muitos outros.

No cenário erótico, também existem muitos estereótipos, como “Asiático tem o pênis pequeno”, “Quem frequenta Sex Shop é maníaco por sexo”, “Mulher com vibrador é safada”, entre outros.

O que é importante perceber é que nem todo estereótipo é um fato, na verdade, a maioria é invenção. Mas eles existem e, pior, reforçam preconceitos. São pensamentos naturais, que todo lojista deve conhecer, evitar e combater.

Paradigma

Os paradigmas são os parâmetros que usamos para entender a vida, ou seja, as “lentes” que usamos para ver o mundo. Eles têm influência da sua cultura, da sua família, amigos, religião etc. Trata-se da forma com que você enxerga e interpreta as coisas.

Para quebrar um paradigma, ou seja, mudar uma forma de pensar, se livrar dos estereótipos e dos preconceitos, é preciso fazer uma série de perguntas para si mesmo: “Como construí meu pensamento sobre sexo?”, “De qual maneira eu lido com o sexo?”, “Por que eu trato o sexo da maneira que trato?”, “De onde vem meus pensamentos e essa forma como enxergo o sexo?”, “Como minhas decisões sobre sexo são tomadas? E por que elas são tomadas dessa forma?”. Pensar sobre essas perguntas, e respondê-las, significa quebrar paradigmas sociais.

Se você vende produtos eróticos, precisará entender sua relação com sexo. Isso significa que você passa para seus clientes os paradigmas e estereótipos que carrega consigo. E pode ser prejudicial para relação com seu público, sem contar para suas vendas.

 

A Milli orienta para que os lojistas evitem trabalhar com estereótipos, ou seja, evitem trabalhar com preconceitos e frases prontas. Entenda a necessidade do cliente, compreenda o motivo que o leva até sua loja, ofereça as melhores opções e livre-se de julgamentos. Lembre-se que o produto erótico é um produto comum.

Se precisar de algum auxílio sobre a funcionalidade de algum produto, indicações de produtos e formas de utilização, entre em contato conosco, será um prazer ajudar! :)

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