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Sex Shop para Atacado e Varejo

Mundo Sex Shop: Atacado e Varejo

A Milli te mostra os números de mercado, traz informações sobre preconceitos no segmento erótico, dicas para lojistas e consumidores e uma entrevista exclusiva com Paula Aguiar, presidente da ABEME

A masturbação, prostituição e o sexo sem compromisso sempre existiram em qualquer sociedade. Independente de ser em larga ou curta escala. O fato é: sempre existiram. Somos seres providos de sexualidade e libido e isso se manifesta de variadas formas.

Ao longo da história, as culturas foram se modificando, ganhando novas perspectivas e mudando a forma de enxergar o mundo. E não cabe nesse artigo fazermos julgamentos maniqueístas, ou seja, bem ou mal, certo ou errado. A questão principal é: o sexo foi se reinventando e se adaptando a cada época. E é aqui que entra o surgimento dos Sex Shops. Principalmente após a Revolução Sexual dos anos 60, quando valores conservadores e cristãos começaram a ser questionados pela sociedade.

Outro fato: desde o século XIX já há registro de vibradores. Contudo, eles surgiram com finalidade medicinal. O que mudou de lá pra cá foi a aceitação social destes produtos, que começaram a ser usados como objetos de prazer somente um século depois.

Isso é importante para entender que até hoje ainda existe resistência com produtos eróticos. Por exemplo, nos EUA mais de 50% da população adulta já experimentou algum vibrador. No Brasil, este número não supera 20%. Ainda é um tabu.

Mercado sensual e mercado erótico são duas coisas diferentes. O primeiro está mais relacionado à pornografia. Enquanto mercado sensual tem mais a ver com os produtos do Sex Shop. “Mais de 70% dos pontos de venda não distribuem conteúdos eróticos, como filmes pornôs e revistas, por exemplo. Pornografia dentro do mercado erótico representa cerca de 1% das vendas dos Sex Shops”, afirma Paula Aguiar, presidente da ABEME (Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual). Paula também é primeira secretária do CEPHAESP (Conselho Empresarial de Prevenção ao HIV/AIDS do Estado de São Paulo).

Uma vez que a pornografia representa apenas 1% das vendas dos Sex Shops, podemos concluir que o objetivo do mercado não é a “putaria”. O mercado oferece produtos de qualidade que ajudam o desempenho e a saúde sexual, mas tem que enfrentar esse tabu sexual que já está introjetado na sociedade, principalmente no Brasil. Um fator que tem ajudado na quebra deste tabu é a internet, advinda do final da década de 80.

Comprar pela internet garante o sigilo do consumidor, o que facilita o trabalho do Sex Shop, seja uma loja varejista ou atacadista. Se você tem um Sex Shop ou é interessado por esse assunto, a Milli vai te mostrar como funciona o mercado erótico, acompanhe.

1. Breve história do Sex Shop

Na medida em que as invenções tecnológicas foram surgindo, no século XIX, os produtos eróticos também começaram a aparecer. Em 1869, o médico americano George Taylor inventou o vibrador elétrico. Foi uma invenção medicinal, já que o objetivo do aparelho era massagear e tratar de alguns “distúrbios” femininos.

Alguns anos depois, em 1882, surgiu o vibrador eletromecânico, inventado por um médico inglês. A comercialização destes produtos para utilização doméstica, no entanto, começou quase um século mais tarde, em 1962, quando a pioneira Beat Uhse, primeiro Sex Shop que se tem notícia, abriu as portas.

Contudo, apesar da comercialização iniciar apenas na década de 60 (após a Revolução Sexual) há inúmeros casos de pessoas que já utilizavam esses vibradores em casa. Desde 1890 há filmes pornográficos em que mulheres brincam com dildos e vibradores. Apesar de ter sido um cenário underground, já era uma pista de que esses produtos eram bem conhecidos e utilizados.

O Sex Shop e a Internet

Os Sex Shops sempre enfrentaram a dificuldade de ter que desinibir o público. Em outras palavras, existe uma espécie de coerção social quando o assunto é produtos eróticos. As pessoas se sentem julgadas e, por isso, evitam frequentar as lojas ou mostrar que consomem esse tipo de produto. Desta forma, a internet chegou para alavancar as lojas de Sex Shop e ajudar os consumidores a terem acesso a essa mercadoria.

Atacadistas podem distribuir os produtos com mais qualidade e agilidade. Enquanto varejistas ofertam os produtos eróticos para quem quiser comprar online. A vantagem está para todos. O consumidor não precisa ser visto em uma loja física e o lojista encontra seu público com mais facilidade. Portanto, a venda de produtos eróticos em Sex Shops ganhou força ilimitada.

Se pararmos para analisar os dados, é notório que mais de 80% do setor cresceu absurdamente nos últimos 9 anos, justamente com a chegada da Banda Larga. Alguns filmes e séries também ajudaram a divulgar e humanizar esses produtos. Primeiramente, há a série americana “Sex And The City”. Alguns filmes nacionais também ajudaram como “De Pernas pro Ar”, da Ingrid Guimarães, por exemplo.

No Brasil, sexo está cada vez mais deixando de ser um tabu. Com isso, tanto consumidores quanto lojistas ganham.

2. Números de mercado

É importante ficar atento a alguns números do mercado erótico e sensual. Recorremos aos dados da ABEME para subsidiar as lojas e clientes desse segmento. Então vamos a alguns dados.


Consumo por gênero

Lojas físicas
68% do consumo é realizado por mulheres e 32% por homens
Pela internet
55% do consumo é realizado por mulheres e 45% por homens
Venda domiciliar
dados: ABEME

Consumo por idade

De 18 a 25 anos: representa 49% das vendas., De 26 a 35 anos: representa 33% das vendas.Acima de 36 anos: representa 18% das vendas.
dados: ABEME

Estado Civil das Mulheres

45%: mulheres casadas ou com união estável. 39%: mulheres que namoram. 10%: mulheres solteiras. 4%: mulheres separadas ou divorciadas. 2%: não responderam a pesquisa.
dados: ABEME

Aceitação dos Homens

Aceitação dos homens em usar produtos eróticos durante o sexo.
65%: homens que aceitam usar produtos eróticos durante o sexo. 23%: homens que aceitam em parte usar produtos eróticos durante o sexo.12%: homens que não aceitam usar produtos eróticos durante o sexo.
dados: ABEME

Com quem vão ao Sex Shop

•	62%: pessoas que vão acompanhadas por amigos. •	29%: pessoas que vão acompanhadas pelo parceiro. •	9%: pessoas que vão sozinhas.
dados: ABEME

Valor das compras

•	Até R$ 20 mil: 9% dos consumidores gastam esse valor nos Sex Shops •	De R$ 21 mil a R$ 50 mil: 50% dos consumidores gastam esse valor nos Sex Shops.•	De R$ 51 mil a R$ 100 mil: 32% dos consumidores gastam esse valor nos Sex Shops •	Mais de R$ 100 mil: 9% dos consumidores gastam esse valor nos Sex Shops.
dados: ABEME

A pesquisa também mostrou que na terceira compra o consumidor aumenta seu gasto em cerca de 30%.


Lojas pelo Brasil

•	São Paulo: 33% das lojas. •	Rio de Janeiro:16% das lojas. •	Minas Gerais: 8% das lojas •	Rio Grande do Sul: 5% das lojas •	Demais estados: 38%  das lojas.
dados: ABEME

Produtos mais vendidos

•	34%: Cosméticos eróticos •	21%: Fantasias relacionadas aos fetiches dos casais •	15%: Vibradores clássicos •	12%: Micro Vibradores para casais •	11%: Produtos de uso exclusivo masculino •	7%: Produtos de uso exclusivo feminino
dados: ABEME

3. Produtos eróticos

Os Sex Shops não ganharam todo o destaque que têm à toa. Muitas pessoas pensam que ao entrar num Sex Shop vão se deparar com uma porção de vibradores e bonecas infláveis. Se também pensa assim, está enganado. O Sex Shop não se resume apenas a esses dois produtos. Existe uma série de estimuladores, cremes, géis, velas, pós-afrodisíacos, aromatizantes, roupas comestíveis, bolinhas do prazer, algemas, luvas, cintas e inúmeros acessórios.

Por isso, ter a página online de sua loja, com a descrição detalhada de todos os produtos, é de fundamental importância para desinibir o cliente e fazer com que as pessoas encontrem o produto desejado com facilidade.

Abaixo, a Milli separou os principais produtos eróticos que são comercializados nos Sex Shops hoje em dia, veja:

Géis que esquentam, esfriam e vibram

Nas lojas de Sex Shop são vendidos inúmeros produtos, que não se resumem apenas a penetradores, vibradores e estimuladores. Alguns dos produtos mais requisitados são os géis. E existem diferentes tipos de géis com variados efeitos.

Ao passar na mão e depois na região da genitália, o gel tem uma ação dessensibilizante, maximizando o prazer. Alguns causam a sensação de aquecimento, esquentando a genitália, outros fazem o efeito inverso, resfriando, e muitos modelos fazem ambos: esquentam e esfriam.

Alguns desses modelos são:



Existe um modelo de gel que causa sensação de vibração quando inserido na genitália, também muito requisitado nos Sex Shops. Um exemplo é o Gel Vibration Morango ou Menta. Vibradores, Estimuladores, Penetradores, Masturbadores...

Em todo Sex Shop o cliente deve encontrar esses produtos, que muito provavelmente são os mais conhecidos. São cápsulas vibratórias, estimuladores vaginais e anais, simuladores de sexo oral, massageadores de próstata, simuladores de vagina e ânus (masturbadores), soft ball (bolinhas do prazer), plugs, vibradores rígidos, penetradores personalizados, em formato de golfinho, entre diversos outros produtos.

Trata-se de produtos bem segmentados, ou seja, tanto para o público masculino quanto feminino. Extremamente anatômicos, são brinquedos projetados e customizados para proporcionar prazer.

Ultimamente, uma série desses brinquedos é construída com formas diferenciadas. O objetivo é que o cliente possa guardar em casa sem se preocupar que alguém descubra que aquele objeto é um vibrador, estimulador, penetrador etc. Por isso, existem vibradores em formato de animais, objetos, brinquedos etc.

Lubrificantes

Existem diferentes modelos de lubrificantes, sendo que uns são à base de silicone e outros à base de água. Eles também possuem texturas e aromas diferentes. Alguns modelos são próprios para usar na água, já outros apenas no seco. Veja alguns exemplos:

Bonecas infláveis, Brinquedos, Cintas e Anéis

boneca inflavel

A boneca inflável é um clássico dos Sex Shops. Os clientes encontram bonecas de diferentes tamanhos, texturas e estilos. Existem brinquedos famosos, como estimuladores em formato de controle remoto, coelhos vibratórios, entre outros animaizinhos e bichinhos prontos para dar prazer.

As cintas também são clássicas. Com elas, basta amarrar na cintura para usar prósteses e vibratórios.

Já os anéis têm sido itens cada vez mais vendidos pelos Sex Shops. Trata-se de anéis penianos que proporcionam mais prazer tanto para o homem quanto para mulher. Na prática, eles seguram o fluxo de sangue e mantém a ereção por mais tempo, além de garantirem maior rigidez do pênis.

Existem variados modelos, com cápsula vibratória, com bolas estimuladoras, com função dupla, entre outros.

Roupas íntimas e fantasias

Diversos Sex Shops também disponibilizam roupas íntimas como calcinhas e soutiens mais ousados, camisolas, corselets, espartilhos, lingeries etc. Em muitos casos, as roupas íntimas são comestíveis, de acordo com o gosto do cliente.

As fantasias são outros clássicos do mundo erótico, comercializadas pelos Sex Shops. Existem clientes com as mais variadas fantasias que se possa imaginar, a mais pedida normalmente é a de colegial, enfermeira e policial.

Mas é possível encontrar fantasias de mulher gato, chapeuzinho vermelho, bombeira, marinheira, oncinha, odalisca, francesa, alemã, diabinha, empregada, garçonete, sado, entre outras centenas de opções.

fantasias sexuais

4. Sex Shop Religioso

Existe. Se o seu Sex Shop não conta com esses artigos, repense. Diversos casais católicos, judeus, mulçumanos, protestantes e góticos também querem aprimorar o sexo e ter relações cada vez mais saudáveis. Dentro dos Sex Shops modernos os artigos para o nicho religioso ficam presentes em seções que levam o nome de “Boas Vibrações” ou outras nomenclaturas mais amenas, diferentemente da linguagem picante que circunda as seções tradicionais dos Sex Shops.

Filmes pornográficos, textos de baixo calão, embalagens com imagens muito explícitas são proibidas nessas seções. No alcorão, por exemplo, o sexo só deve ser praticado dentro do casamento, mas não necessariamente para procriação, como acontece no catolicismo. Portanto, crianças, sejam meninos ou meninas, são fomentadas para educação sexual desde pequenas.

Outras seitas e religiões também são mais abertas nesse sentido, mas, mesmo aquelas que são mais austeras, existem os praticantes que não seguem os dogmas ao pé da letra, ampliando os horizontes para uma vida sexual mais ativa e saudável, o que leva à experimentação de produtos sensuais. Contudo, esses praticantes preferem frequentar as seções (ou sex shops) religiosas que as convencionais.

casal

5. Dicas para os donos de Sex Shop

Quem já está nesse mercado sabe que não é um ramo de aventureiros. Hoje em dia a concorrência é grande e existem desafios evidentes que devem ser superados. “17% dos brasileiros já consumiram um produto sensual, sendo que 80% da população nunca adquiriu um dos produtos de um Sex Shop”, analisa Paula Aguiar, presidente da Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual. Ela acrescenta “Não estamos passando por um momento fácil. Mar calmo não gera bons marinheiros e hoje o mar está bem agitado. Trata-se de um momento inédito do mercado erótico e sensual. Na prática, está surgindo um novo mercado, um novo momento”, explica.

Ainda existe um estigma no mercado erótico. Em outras palavras o empresário que já possui sua loja precisa ficar atento às alternativas. “O empresário precisa buscar um novo mercado, com novos consumidores, e parar de querer vender apenas para quem já é cliente. É necessário participar de eventos sociais, estar nas redes sociais, sair da ‘caixinha’ e questionar o que pensa e sabe sobre o mundo erótico. Aprender mais e estar ativo no mercado, se aproximando da comunidade. Esse é o primeiro passo do empresário”, pondera Paula.

Ainda segundo Paula, uma boa iniciativa é procurar as Secretarias Sociais das prefeituras que cuidam dos eventos. Desta forma, participar e propor temas, trazendo especialistas, como ginecologistas e orientadores sexuais, sempre com o objetivo de incluir as comunidades no mundo erótico, evidenciando a importância da saúde sexual.

Os eventos religiosos também são importantes. “Consultores de casais, pessoas que podem orientar em relacionamentos matrimoniais, também é uma boa estratégia. O objetivo é ajudar as pessoas e manter os casais unidos, excluindo a visão de ‘putaria’ que circunda o mercado erótico”, explica Paula. A presidente da associação ainda chama a atenção: “O produto não deve ser visto como um simples produto, ele é um acessório/ ferramenta de reunião familiar, de aproximação das pessoas. Não basta apenas vender, deve-se realizar uma consultoria de relacionamento, fazer algo diferente, pensar ‘fora da caixa’ e ter como principal objetivo o bem estar do consumidor”, alerta.

6. Como abrir um Sex Shop bem sucedido

sex shop

Não adianta querer abrir um Sex Shop se você não estiver preparado. Se o seu objetivo é trabalhar com varejo, precisará entender sobre varejo, ter os conhecimentos necessários, legislação etc. O mesmo acontece se for trabalhar com atacado.

“Tem que ter um plano de negócio, um preparo, ver o canal de atuação e se o seu perfil tem a ver com o segmento que se propõe a trabalhar. Não é mais um mercado para aventureiros, tem que se preparar, adquirir noções básicas de marketing, publicidade, internet, mercado erótico e por aí vai. Além disso, o plano de negócio, que contempla estudar o mercado e ter capacitação técnica, tem que manter a sobrevida da empresa por pelo menos 2 anos”,

alerta Paula Aguiar.

Paula explica que buscar associação, e ver as estatísticas, pode fazer as diferença na hora das tomadas de decisão. Trazer algo inovador para se destacar no meio da multidão e sentir que é a paixão da sua vida - ter o interesse de mudar a sociedade. “Ninguém vai ficar rico, hoje a concorrência é muito grande, antes não era. Entre no mercado pela paixão, pela vontade de ajudar a sociedade e as pessoas a terem uma vida sexual saudável”, conclui a especialista em mercado erótico.

7. Principais erros dos empresários de Sex Shop

Seja quem já está neste mercado há alguns anos, seja quem é marinheiro de primeira viagem, existem alguns erros comuns que fatalmente levam ao fracasso do Sex Shop. O mercado erótico e sensual é delicado e por isso algumas precauções devem ser tomadas. “O preconceito é o grande ‘tiro no pé’ deste mercado. As pessoas se dizem modernas, mas o próprio mercado está entupido de preconceito. Não tratam do próprio preconceito para entrar nesse meio e isso reflete no sucesso da loja”, analisa Paula Aguiar.

A especialista ainda brinca com a estigmatização que existe em torno dos vendedores.

“O sexo ainda é um grande tabu. Um vendedor de produtos sensuais é visto diferente e muitas vezes quando decide vender estes produtos é obrigado a ouvir certas ‘brincadeiras’: ‘é safadinho, né’ ou ‘Tu gosta, né’. Isso é prejudicial, temos que quebrar esse estereótipo e repensar alguns paradigmas”, alerta.

É nesse estereótipo que surge mais um grande erro dos lojistas: querer montar um personagem para vender. “Reveja sua postura em relação aos clientes. Vestir um corpete e ter um linguajar sujo não vai te fazer vender mais”, adverte Paula. “Deve-se ter um aprofundamento moral. Eu não entrei no mercado pela ‘putaria’, mas pelo business, porque sei que existe um mercado com boa rotatividade nesse segmento e é um mercado que ajuda a vida das pessoas”, conclui.

Portanto, não rever os próprios preconceitos e deixar de repensar alguns paradigmas são erros a não se cometerem nesse mercado.

A Milli é uma das maiores distribuidoras de produtos sensuais do mercado. Consulte nosso site e confira os produtos. Abastecer sua loja com boas opções, ou dar aquela “animada” na vida sexual, nunca é demais.

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